O Sr. Johnson não tinha sido visto pelo presbítero Lucius junto comigo e com Lizzie. Poderia ser ele, a alternativa para entregar o cetro para a rainha? Mas o próprio objeto dizia o contrário. Era eu, quem deveria fazer o serviço.
Então resolvi enfrentar o problema. Voltei ao vilarejo e fui direto para a mansão onde se encontrava a Rainha Anne. Dois guardas me interromperam:
- Quem é o senhor? Identifique-se!
- Eu sou Robert Willson Bill, futuro cavaleiro da Ordem dos Guerreiros de Asterland. Fui contratado pela realeza para prestar um serviço. Preciso falar com a Rainha Anne.
- Sr. Robert, a rainha se encontra no terceiro andar, à direita. Seja bem vindo.
Eu, Lizzie e Johnson entramos na casa e quando subíamos as escadas, fomos parados por Lucius, Roger e mais dois guardas locais.
- Robert está andando com um inimigo – ele é um traidor – disse Lucius, referindo-se a companhia de Johnson.
Eu sabia que seria impossível negociar com o clero. Era preciso passar por cima deles. Puxei minha espada, Lizzie o arco e Johnson uma besta. Fomos ao ataque. Lizzie acertou uma flechada na espada de um dos guardas, Johnson, com a besta, o outro. Os dois estavam desarmados.
Enquanto isso, Lucius rezava em voz baixa e suas mãos começavam a pegar fogo. Roger se jogara na frente do presbítero tentando apartar a briga. Eu não poderia atacar o meu colega de viagem e glória, por isso apenas o empurrei para o lado, de modo que pudéssemos acertar Lucius. Mas este, quando Roger foi deslocado, aproveitou para jogar a bola de fogo que nascia em suas mãos, contra nós.
Johnson largou a besta e se jogou na frente da bola de fogo. Para minha surpresa, o comerciante também tinha poderes mágicos. Tanto que ele conseguiu criar água na sua frente e deteve as chamas. Então, usei minha espada e feri o presbítero nas mãos, para que ele não mais evocasse as forças de Tedahk contra mim. Johnson olhou para mim e disse:
- Vamos! Ele (Lucius) não tem mais como reagir. Vamos entregar logo o cetro para a rainha. Isso resolverá todos os problemas com os guardas.
- Decepção. Você se aliou um mago e feriu um presbítero nosso, Robert. Você foi enganado por essa corja. Ele nem vai deixar você entregar o cetro – disse Roger.
- Vamos, Robert. Estamos quase lá – disse Johnson enquanto apontava sua besta para a cabeça de Lucius. Vai que eu cuido deles.
Nesta hora, Roger pulou em cima de Johnson, tentando impedir que ele agredisse o presbítero. Mas não deu certo. O possível mago acertou em cheio a cabeça de Lucius, que não conseguiu reagir e morreu ali mesmo.
Roger começou a berrar de desespero quando viu Lucius morrer. E chamou a atenção dos outros guardas de trabalhavam na mansão. Eu não sabia o que fazer naquela hora e Lizzie me puxou para fora das escadas. Fugimos pelos fundos, apenas eu e ela, já que Johnson corria em outra direção. Os guardas foram atrás do possível mago e com isso, a nossa fuga foi facilitada.
Quando voltei às ruas do vilarejo, vi o navio mercante preparando-se para partir. Com o incidente criado por Johnson e Lucius, achei melhor entrar no barco. Nenhum guarda nos seguiu.
Estávamos abalados e assustados dentro do navio. A viagem de volta, que era para ser de glória, estava tornando-se um inferno. O presbítero Lucius agia contra a coroa quando falava em não deixar o cetro com a rainha. Porém, o Sr. Johnson mentiu para mim – era ele um mago provavelmente. Será que o conselheiro Thompson não estava na mesma situação? Seria ele outro mago infiltrado? Lucius estava certo em impedir que essa gente ficasse próxima do cetro?
Ou tudo não passava de uma ganância da igreja? Com o cetro na mão, cheguei à conclusão que deveria encontrar o rei diretamente, em Mayserc. Qualquer atravessador me traria problemas.
Então resolvi enfrentar o problema. Voltei ao vilarejo e fui direto para a mansão onde se encontrava a Rainha Anne. Dois guardas me interromperam:
- Quem é o senhor? Identifique-se!
- Eu sou Robert Willson Bill, futuro cavaleiro da Ordem dos Guerreiros de Asterland. Fui contratado pela realeza para prestar um serviço. Preciso falar com a Rainha Anne.
- Sr. Robert, a rainha se encontra no terceiro andar, à direita. Seja bem vindo.
Eu, Lizzie e Johnson entramos na casa e quando subíamos as escadas, fomos parados por Lucius, Roger e mais dois guardas locais.
- Robert está andando com um inimigo – ele é um traidor – disse Lucius, referindo-se a companhia de Johnson.
Eu sabia que seria impossível negociar com o clero. Era preciso passar por cima deles. Puxei minha espada, Lizzie o arco e Johnson uma besta. Fomos ao ataque. Lizzie acertou uma flechada na espada de um dos guardas, Johnson, com a besta, o outro. Os dois estavam desarmados.
Enquanto isso, Lucius rezava em voz baixa e suas mãos começavam a pegar fogo. Roger se jogara na frente do presbítero tentando apartar a briga. Eu não poderia atacar o meu colega de viagem e glória, por isso apenas o empurrei para o lado, de modo que pudéssemos acertar Lucius. Mas este, quando Roger foi deslocado, aproveitou para jogar a bola de fogo que nascia em suas mãos, contra nós.
Johnson largou a besta e se jogou na frente da bola de fogo. Para minha surpresa, o comerciante também tinha poderes mágicos. Tanto que ele conseguiu criar água na sua frente e deteve as chamas. Então, usei minha espada e feri o presbítero nas mãos, para que ele não mais evocasse as forças de Tedahk contra mim. Johnson olhou para mim e disse:
- Vamos! Ele (Lucius) não tem mais como reagir. Vamos entregar logo o cetro para a rainha. Isso resolverá todos os problemas com os guardas.
- Decepção. Você se aliou um mago e feriu um presbítero nosso, Robert. Você foi enganado por essa corja. Ele nem vai deixar você entregar o cetro – disse Roger.
- Vamos, Robert. Estamos quase lá – disse Johnson enquanto apontava sua besta para a cabeça de Lucius. Vai que eu cuido deles.
Nesta hora, Roger pulou em cima de Johnson, tentando impedir que ele agredisse o presbítero. Mas não deu certo. O possível mago acertou em cheio a cabeça de Lucius, que não conseguiu reagir e morreu ali mesmo.
Roger começou a berrar de desespero quando viu Lucius morrer. E chamou a atenção dos outros guardas de trabalhavam na mansão. Eu não sabia o que fazer naquela hora e Lizzie me puxou para fora das escadas. Fugimos pelos fundos, apenas eu e ela, já que Johnson corria em outra direção. Os guardas foram atrás do possível mago e com isso, a nossa fuga foi facilitada.
Quando voltei às ruas do vilarejo, vi o navio mercante preparando-se para partir. Com o incidente criado por Johnson e Lucius, achei melhor entrar no barco. Nenhum guarda nos seguiu.
Estávamos abalados e assustados dentro do navio. A viagem de volta, que era para ser de glória, estava tornando-se um inferno. O presbítero Lucius agia contra a coroa quando falava em não deixar o cetro com a rainha. Porém, o Sr. Johnson mentiu para mim – era ele um mago provavelmente. Será que o conselheiro Thompson não estava na mesma situação? Seria ele outro mago infiltrado? Lucius estava certo em impedir que essa gente ficasse próxima do cetro?
Ou tudo não passava de uma ganância da igreja? Com o cetro na mão, cheguei à conclusão que deveria encontrar o rei diretamente, em Mayserc. Qualquer atravessador me traria problemas.


