terça-feira, 26 de outubro de 2010

Akyremma no Ambiente de Trabalho - III

O Conto dos Exilados
Capítulo III - Orbe Celeste

Após libertarem os magos prisioneiros em Dahpolis, capital de Lume Candente, os aventureiros rumaram para Brasas, para novamente investigarem o grande Templo. No caminho os magos libertados abandonaram o grupo por temerem a permanência nas terras da igreja de Tedahk e sua inquisição.

Durante a noite, Djorkaef, Brutus e Aikun sonharam com o dia anterior a uma viagem de barco, onde um clérigo (ainda desconhecido) os informava que para viajarem no barco precisariam ir escondidos dentro de caixões, fingindo-se de mortos. No sonho havia um quarto homem, Elvis - O Ladrão.

Pela manhã, Celso, o jovem mago irmão de Celene, informou que Elvis, nas histórias que ela contava, era sempre o traidor do grupo, e que ele não era de confiança.

Chegando em Brasas o grupo foi abordado por moradores preocupados com a ausência de sacerdotes no templo, os aventureiros conseguiram ficar sozinhos na Igreja para investigarem mais sobre os trabalhos de Celene.

Aikun tentou um ritual de necromancia para invocar a alma de Celene e conversar com ela, mas ao invés da maga, invocaram o espírito de um guardião do Érebo, lar do deus Tedahk. Depois disso Djorkaef revelou que tinha encontrado o pergaminho de Selene, e que o trazia escondido o tempo todo. Aikun percebeu palavras mágicas secretas no pergaminho e com elas abriu uma passagem de baixo do altar.

Pelo subsolo, os aventureiros seguiram um corredor escuro até chegarem numa câmara com estranhos aparelhos e livros, que mais tarde descobriram ser um dispositivo mágico de tele-transporte. Sabendo que os sacerdotes de Dahpolis enviariam seus exércitos atrás deles, decidiram usar o aparelho mágico para abrir um portal para Saltério, a ilha dos magos, terra natal de Celso e Celene.

E para lá foram, sem saber o que os aguarda...

...

Em Saltério, os aventureiros rumaram para a capital da ilha, apesar do receio de Celso. Lá descobriram que foram seguidos por militares da Igreja de Tedahk, que provavelmente utilizaram o mesmo dispositivo mágico para viajarem tão rápido. Eles perseguiam os criminosos que auxiliaram os prisioneiros a fugirem. Mas disfarçado de guarda da capital de Saltério, Brutus ajudou um dos governantes da cidade a permitirem que os militares inimigos entrassem desarmados para procurarem seus criminosos.

O governante era Antonius Gerard, o mesmo mago que contratou um grupo para encontrar o tal pergaminho em Brasas. Grupo que morreu enfrentando Djorkaelf e Brutus.

Gerard sabendo que os assassinos de seus aliados estavam na sua ilha, os chamou para fazer uma proposta. A idéia era destruir o dispositívo mágico, para que a Igreja de Tedahk não fizesse mais uso do tele-transporte. Eles aceitaram apesar de não cumprirem sua parte. Mas antes mataram os militares que os perseguiam e enviaram seus corpos de volta para Brasas, quebrando a pequena bola de cristal que acompanha todos os viajantes do tele-transporte. Junto com os corpos, Brutus deixou uma mensagem para os sacerdotes de Tedahk, uma ameça, provocandos-os ainda mais.

Logomarca

Enquanto as atualizações não ficam prontas, vou brincando com a logomarca...

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Akyremma no Ambiente de Trabalho - II

O Conto dos Exilados
Capítulo II - Epifania

Aikun, o Mago, também acordou num caixão, em uma região montanhosa, cercado de pedras e neve, ao lado da outra metade do mesmo navio que trouxe Dijorkaef e Brutus para Akyremma. Ele desceu a montanha até encontrar o vilarejo de Brasas e viu saindo dos fundos do grande templo dois homens aparentemente conhecidos e um outro rapaz amarrado como um prisioneiro. O mago os seguiu até a taverna da cidade, onde eles foram recebidos como heróis.

O elfo e o guerreiro também viram algo comum no mago e o aceitaram na viagem até Dahpolis, a capital do reino do Lume Candente. Na capital deveriam informar o alto escalão da Igreja do deus Tedahk o corrido em Brasas e, como o povo da vila pediu, requisitar um novo Sacerdote para o grande templo.

Ao chegarem gigantesca cidade, os aventureiros foram levados até o Sumo Presbítero Lucius, o administrador da grande cidade, que os questionou sobre o prisioneiro que traziam. Eles contaram a história do que se passou em Brasas e Lucius chamou o Irmão Alfonso, Sumo Presbítero do Santo Ofício (a Inquisição), para interrogar o prisioneiro e confirmar o relato dos aventureiros. Enquanto Dijorkaef e Brutus acompanharam Afonso no interrogatório numa sala de torturas, o mago Aikun foi visitar a biblioteca da cidade para buscar respostas e informações sobre a cidade de Brasas e seu grande templo.

Na biblioteca o mago descobriu que o templo fora construído sobre um ponto místicamente carregado de energias. Acredita-se que esse local fora um dos 4 Pilares da Sustentação do Universo, pilar meta-físico que separaria os mundo físico do mundo mental e do mundo espiritual. Então Brasas teria um dos 4 pontos onde supostamente é mais fácil abrir portais para outros universos.

Na sala de tortura, Afonso interrogou o prisioneiro por meios místicos e descobriu que em Brasas havia uma falsa Sacerdotisa, pois na Igreja de Tedahk todos os clérigos são homens. Celene era provavelmente uma maga, que se fez passar por clériga para enganar o povo de Brasas e ter acesso aos segredos do templo. Logo o Inquisidor ficou desconfiado de Dijorkaef e Brutus também, trancando-os na sala enquanto buscava reforços.

Quando Aikun retornou para procurar seus dois conhecidos, foi auxiliado por Celso, um garoto que trabalhava no local e se revelou um mago espião que queria libertar os demais magos prisioneiros da Inquisição antes que fossem condenados à fogueira. Juntos encontram Brutus e Dijorkaef enquanto esses fugiam da sala de tortura. Libertaram os demais prisioneiros mas antes que pudessem escapar foram atacados pelos guardas que Afonso chamou. O clérigo não poderia permitir que outros soubessem do valor místico do templo de Brasas.

Com dificuldade derrotaram os guardas e mataram Afonso, fugiram disfarçados de soldados e no caminho de volta para Brasas, o jovem mago Celso revelou que Aikun, Brutus e Dijorkaef vieram de uma realidade alternativa, do plano mental, pois são idealizações de sua irmã Celene. Quando criança Celso ouvia sua irmã contar histórias de aventuras sobre quatro heróis, e de alguma forma ela tornou o fruto de sua imaginação real quando precisou de ajuda dias atrás.

Agora, voltando para Brasas, os aventureiros se perguntam se o que Celso diz é verdade, se é possível voltarem para seu mundo e onde está o quarto aventureiro que provavelmente chegou no terceiro caixão que foi encontrado vazio?

Enquanto isso a guarda de Dahpolis se prepara para invadir Brasas e eliminar de uma vez por todas a ameaça que os aventureiros e magos representam.

Akyremma em Ambiente de Trabalho

Recentemente comecei uma pequena campanha de Akyremma com D&D 1ª Edição para jogadores iniciantes na empresa onde trabalho. Dois dos jogadores são meus chefes e o outro já era RPGista!


Segue um resumo da aventura



O Conto dos Exilados
Capítulo I - Caronte

Dijornkaef o elfo e Brutus o guerreiro, acordaram dentro de caixões, sem saberem como foram parar lá e sem nenhuma lembrança de seus passados. Ao saírem dos caixões se viram cercados por um floresta no alto de uma montanha coberta de neve e repleta de lobos. A cena tornou-se mais estranha para eles ao verem a metade de uma caravela tombada entre as árvores com toda sua tripulação morta e mais um terceiro caixão aberto, mas vazio.

Logo dois aldeões chegam a cavalo para encontrar “seus salvadores” enviados por uma divindade chamada Tedahk. Dijornkaef e Brutus são levados até a aldeia, no pé da montanha, e se surpreendem com o gigantesco templo no centro da pequena vila de camponeses. No caminho os aldeões, Boris e seu pai Johnson, lhes contam que o templo fora atacado por ladrões infiéis e a Sacerdotisa Celene responsável pelo local fora gravemente ferida, e ela invocou com poderes místicos de sua fé a ajuda que viria do plano espiritual do deus Tedahk. E a pequena cidade, conhecida como Brasas, recebeu os dois forasteiros como seus heróis.

Um dos ladrões, que fora capturado pelo próprio povo da cidade, foi interrogado por Dijornkaef e Brutus, que resolveram levar o ladrão como prisioneiro e forçaram-no a colaborar. Os demais ladrões ainda estava dentro do templo, trancados, procurando por alguma coisa especificamente valiosa.

Depois os “heróis” foram ao encontro de Celene, a Sacerdotisa, que agonizava na cama enquanto seus ferimentos eram inutilmente tratados pela esposa do taverneiro. Ela confirmou que os invocara de outra realidade e pediu ajuda para expulsar os intrusos do templo, e concedeu aos forasteiros bençãos em suas armas, para que seus ataques fossem mais mortais, em troca da ajuda ela prometeu responder todas as dúvidas dos dois visitantes perdidos.

Desconfiados, Dijornkaef e Brutus conseguiram entrar no templo e ao encontrarem os invasores negociaram um acordo. Os ladrões buscavam um antigo pergaminho e seriam recompensados por um mago chamado Gerard, de um lugar chamado Saltério. Dijornkaef então voltou ao vilarejo para conversar novamente com Celene, perguntando a ela o que é esse pergaminho que os intrusos tanto buscam. Ela revelou o segredo de como encontrar tal pergaminho.

De volta ao templo Dijornkaef enganou os ladrões para achar o pergaminho sozinho e escondê-lo. Os ladrões decididos a não sairem de mãos vazias, planejaram invadir a vila e sequestrar a Sacerdotisa, nessa hora Brutus e Dijornkaef reagem violentamente e matam o três ladrões deixando apenas aquele prisioneiro vivo.

De volta a vila, os “heróis” recebem a notícia de que Celene não sobreviveu aos ferimentos. E os aldeões pediram para que eles fossem até Dahpolis, a capital da nação do Lume Candente avisar aos sacerdotes de que a cidade não tem mais ninguém para cuidar do templo, mas isso fica para o capítulo dois.