Fomos ao porto de Saltério, de onde tínhamos partido no dia anterior. Tivemos que esperar mais quatro dias até um navio asterlandino, saindo de Garisford, Anthares, com destino a Diaceres, aparecer. Expliquei para Lizzie que era o melhor que poderia ocorrer para nós. No outro barco, a escolta militar de Asterland provocava desconfianças nos outros tripulantes. Agora passaríamos despercebido.
Eu, Lizzie, Roger e Johnson entramos no navio. Nesta viagem, evitamos falar com as outras pessoas. Não era uma boa idéia nos glorificar ali. Havia pessoas de todos os cantos do mundo no barco. O cetro de Killnayl me guiaria para saber em quais pessoas confiar.
Roger encontrou um presbítero da Igreja de Tedahk no barco. Os dois trocaram idéias e o meu amigo ficou sabendo que este navio faria uma pausa em Kromn, ilha real de Asterland. O Rei Rolland II estava na capital Mayserc, mas havia informações que a Rainha Anne estaria por ali.
Deveria eu, entregar o cetro para ela? Ou deveria esperar chegar a Diaceres, para depois ir até Mayserc, passar o tesouro para as autoridades que me contrataram? Era hora de consultar o cetro para saber a resposta.
Voltei a rezar com ele na mão, antes de dormir. No outro dia, de manhã, não consegui me lembrar exatamente como foi o sonho, mas acordei com a sensação de deixar o cetro diretamente nas mãos da rainha. O objeto pertence a ela e não precisa passar por autoridades antes.
Resolvi não contar a minha decisão para o Roger e o Sr. Johnson. Apenas Lizzie ficou sabendo. Era a oportunidade para conhecer pessoalmente a rainha e entregar diretamente seria uma demonstração de lealdade ao rei.
Fui dormir feliz na véspera da chegada a Ilha de Kromn. No entanto tive pesadelos durante a noite. Sonhei que estava em Mayserc sendo julgado por traição. Não lembro quem era o carrasco, mas a imagem da forca montada para mim não saia da minha cabeça. Eu estava convicto das decisões no sonho, mas mesmo assim era punido.
Recorri ao cetro no começo da manhã. Ele continuava me guiando para a rainha na Ilha de Kromn, a qual em chegaria em três horas.
Eu, Lizzie, Roger e Johnson entramos no navio. Nesta viagem, evitamos falar com as outras pessoas. Não era uma boa idéia nos glorificar ali. Havia pessoas de todos os cantos do mundo no barco. O cetro de Killnayl me guiaria para saber em quais pessoas confiar.
Roger encontrou um presbítero da Igreja de Tedahk no barco. Os dois trocaram idéias e o meu amigo ficou sabendo que este navio faria uma pausa em Kromn, ilha real de Asterland. O Rei Rolland II estava na capital Mayserc, mas havia informações que a Rainha Anne estaria por ali.
Deveria eu, entregar o cetro para ela? Ou deveria esperar chegar a Diaceres, para depois ir até Mayserc, passar o tesouro para as autoridades que me contrataram? Era hora de consultar o cetro para saber a resposta.
Voltei a rezar com ele na mão, antes de dormir. No outro dia, de manhã, não consegui me lembrar exatamente como foi o sonho, mas acordei com a sensação de deixar o cetro diretamente nas mãos da rainha. O objeto pertence a ela e não precisa passar por autoridades antes.
Resolvi não contar a minha decisão para o Roger e o Sr. Johnson. Apenas Lizzie ficou sabendo. Era a oportunidade para conhecer pessoalmente a rainha e entregar diretamente seria uma demonstração de lealdade ao rei.
Fui dormir feliz na véspera da chegada a Ilha de Kromn. No entanto tive pesadelos durante a noite. Sonhei que estava em Mayserc sendo julgado por traição. Não lembro quem era o carrasco, mas a imagem da forca montada para mim não saia da minha cabeça. Eu estava convicto das decisões no sonho, mas mesmo assim era punido.
Recorri ao cetro no começo da manhã. Ele continuava me guiando para a rainha na Ilha de Kromn, a qual em chegaria em três horas.


